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Foram tratados no debate temas como o aumento do controle
tributário e do cruzamento de dados através da informatização, do histórico de
crescimento da arrecadação e das atuais medidas de racionalização dos recursos
em São Paulo; a relação das Parcerias Público Privadas e a melhoria de
prestação de alguns serviços, como das rodovias em concessão; a questão dos
comitês de ajustes e os ajustes em forma de decretos nos sistemas prisional, educacional
e saúde, entre outros pontos correlatos.
Outro assunto central debatido foi a questão da coordenação:
atualmente há falta de controle e de análise de desempenho de forma
satisfatória, e não se consegue replicar o que foi deliberado pela direção como
controle e padrão de excelência.
E no desfecho, os pontos principais discutidos foram a viabilização
de ferramentas para uma gestão mais eficiente e o trabalho com maior
transparência; fluxos de procedimentos dispostos de maneira mais clara e
objetiva; e que todos os atores, sejam eles os servidores ou a sociedade,
possam perceber de maneira mais clara sua posição e o impacto de suas ações, não
só seus direitos, mas também seus deveres.
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